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domingo, 30 de janeiro de 2011
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Árvore de Natal
Uma lenda conta que havia três árvores próximas aos presépios: uma oliveira, uma tamareira e um pinheirinho, que desejavam honrar o recém-nascido. A oliveira ofereceu suas azeitonas, e a tamareira suas tâmaras, mas o pinheirinho não tinha nada a ofertar. Lá do alto, as estrelas desceram do céu e pousaram sobre os galhos do pinheirinho oferecendo-se como presente.
Os enfeites da árvore de natal representam todas as virtudes que queremos alcançar em nossa vida espiritual.
Fonte: Site Senac
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Quinua: proteína em grão
Saiba tudo sobre a quinua, cereal poderoso e nutritivo
Se você não sabe como colocar no prato o cereal mais festejado do momento, comece com as deliciosas receitas desta reportagem. Ricas em proteínas, elas têm tudo a ver com a dieta de quem malha e quer músculos.
De um ano para cá, ela é presença obrigatória em todo restaurante descolado e com menu saudável. BOA FORMA já tinha cantado essa bola, mas se é a primeira vez que você ouve falar da quinua, sossegue: aqui, contamos a razão do sucesso desse cereal, consumido por tribos andinas da Bolívia há mais de 500 anos.
A quinua é uma excelente fonte de carboidrato de baixo índice glicêmico, que leva mais tempo para ser transformado em açúcar no sangue. Isso evita a produção em excesso de insulina, o hormônio responsável pelo estoque de gordurinhas. Ainda tem vitaminas, sais minerais e gordura boa. Mas é a proteína de alto valor biológico que faz desse grão um alimento especial. “A quinua tem uma combinação de aminoácidos (componentes da proteína) semelhante à do arroz e feijão juntos”, atesta Jaime Farfan, coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação da Universidade de Campinas (Unicamp). Cada grão contém 20 aminoácidos diferentes, entre eles a metionina e a lisina, responsáveis pela formação de uma proteína completa e de boa absorção – quase uma exclusividade dos alimentos de origem animal. Por isso, você pode recorrer a ele para recuperar e manter os músculos – importante para acelerar o metabolismo e, com isso, queimar mais calorias. A vantagem é ser livre da gordura saturada das carnes, que, em excesso, prejudica o coração. Ao contrário: tem ômega 3, gordura que limpa as artérias.
Ok, a quinua não tem a mesma quantidade de ferro que a carne. Porém, ganha de qualquer outro cereal também nesse quesito. Em cada 100 gramas, são 10,9 miligramas do mineral, que combate a anemia e garante pique. “Essa é uma ótima notícia para quem come pouca (ou nenhuma) carne vermelha”, afirma a nutricionista Heloísa Guarita, da Clínica RGNutri, em São Paulo. O mix de fibras e vitaminas (C, E e especialmente as do complexo B) completa a valiosa ficha nutricional da quinua, considerado pela Food and Agriculture Organization (FAO) o melhor e mais completo alimento de origem vegetal.
Importada da Bolívia, a embalagem com meio quilo custa entre 11 e 14 reais. O preço é salgado? Se você comparar com o de uma caipirinha de saquê, comum na happy hour, não é tanto assim. Lembre-se de que o cereal é fonte de proteína, nutriente mais caro que os outros. Além disso, chega a triplicar de tamanho depois de cozido – ou seja, um pacotinho dá para várias receitas. As que apresentamos aqui são feitas com as diferentes versões de quinua encontradas nos supermercados (grão, farinha, flocos e até macarrão). Entre nessa onda!
Se você não sabe como colocar no prato o cereal mais festejado do momento, comece com as deliciosas receitas desta reportagem. Ricas em proteínas, elas têm tudo a ver com a dieta de quem malha e quer músculos.
De um ano para cá, ela é presença obrigatória em todo restaurante descolado e com menu saudável. BOA FORMA já tinha cantado essa bola, mas se é a primeira vez que você ouve falar da quinua, sossegue: aqui, contamos a razão do sucesso desse cereal, consumido por tribos andinas da Bolívia há mais de 500 anos.
A quinua é uma excelente fonte de carboidrato de baixo índice glicêmico, que leva mais tempo para ser transformado em açúcar no sangue. Isso evita a produção em excesso de insulina, o hormônio responsável pelo estoque de gordurinhas. Ainda tem vitaminas, sais minerais e gordura boa. Mas é a proteína de alto valor biológico que faz desse grão um alimento especial. “A quinua tem uma combinação de aminoácidos (componentes da proteína) semelhante à do arroz e feijão juntos”, atesta Jaime Farfan, coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação da Universidade de Campinas (Unicamp). Cada grão contém 20 aminoácidos diferentes, entre eles a metionina e a lisina, responsáveis pela formação de uma proteína completa e de boa absorção – quase uma exclusividade dos alimentos de origem animal. Por isso, você pode recorrer a ele para recuperar e manter os músculos – importante para acelerar o metabolismo e, com isso, queimar mais calorias. A vantagem é ser livre da gordura saturada das carnes, que, em excesso, prejudica o coração. Ao contrário: tem ômega 3, gordura que limpa as artérias.
Ok, a quinua não tem a mesma quantidade de ferro que a carne. Porém, ganha de qualquer outro cereal também nesse quesito. Em cada 100 gramas, são 10,9 miligramas do mineral, que combate a anemia e garante pique. “Essa é uma ótima notícia para quem come pouca (ou nenhuma) carne vermelha”, afirma a nutricionista Heloísa Guarita, da Clínica RGNutri, em São Paulo. O mix de fibras e vitaminas (C, E e especialmente as do complexo B) completa a valiosa ficha nutricional da quinua, considerado pela Food and Agriculture Organization (FAO) o melhor e mais completo alimento de origem vegetal.
Importada da Bolívia, a embalagem com meio quilo custa entre 11 e 14 reais. O preço é salgado? Se você comparar com o de uma caipirinha de saquê, comum na happy hour, não é tanto assim. Lembre-se de que o cereal é fonte de proteína, nutriente mais caro que os outros. Além disso, chega a triplicar de tamanho depois de cozido – ou seja, um pacotinho dá para várias receitas. As que apresentamos aqui são feitas com as diferentes versões de quinua encontradas nos supermercados (grão, farinha, flocos e até macarrão). Entre nessa onda!
Por Bruna Bittencourt e Eliane Contreras - Revista Boa Forma
Tabule de quinua
Ingredientes
• 1/2 xíc. (chá) de quinua em grão
• 1 xíc. (chá) de água
• Sal a gosto
• 1/2 xíc. (chá) de pepino japonês em cubos
• 1/2 xíc. (chá) de tomate sem pele e sem semente picado em cubinhos
• 1/2 xíc. (chá) de cebola picada em cubos
• 1 pitada de zaatar (tempero árabe)
• 1 pitada de pimenta síria
• 1 pitada de sumac (tempero árabe)
• 1 col. (chá) de hortelã picada
• 3 col. (chá) de salsinha picada
• 1 col. (café) de sal
• 3 col. (sopa) de azeite de oliva
• 1 col. (chá) de suco de limão
Numa panela, coloque a quinua, a água e o sal a gosto. Deixe ferver por dez minutos. Escorra e lave em água corrente para interromper o cozimento. Deixe esfriar. Coloque numa travessa funda e misture os outros ingredientes.
Tempo de preparo: 30 minutos
Rende: 6 porções
Calorias por porção: 48
Grão: pode ser cozido como o arroz – use duas medidas de água para uma medida de quinua, adicione sal e leve ao fogo por dez ou 15 minutos, até secar a água. Assim, sozinho, o grão substitui a dupla arroz e feijão. Também pode ser preparado na forma de tabule, cuscuz, quibe e até pudim.
Receita do restaurante America, em São Paulo
Opções para saladas
Escolha sempre 4 cores diferentes para montar uma salada, dessa forma você garante os nutrientes necessários e também consegue montar a salada de forma mais atrativa!!!
Verde ( 1 porção = 1 xícara de Hortaliças cruas ou ½ xícara de Hortaliças cozidas): A cor dos alimentos verdes é resultante da clorofila, conhecida como um potente energético celular. Mas estes alimentos também possuem quantidades consideráveis de diversos outros nutrientes, como betacaroteno e luteína, ambos antioxidantes, folatos, vitaminas C e E, cálcio, ferro e potássio
· alface
· almeirão
· mostarda
· couve
· brócolis
· espinafre
· chuchu
· repolho
· vagem
· ervilha
· chuchu
· pepino
· acelga
· rúcula
· abobrinha
· quiabo
· manjericão
· pimentão verde
Vermelho: A cor avermelhada é conseqüência do licopeno, um pigmento que atua como antioxidante celular. Também possuem vitamina C, antioxidante que oferece proteção contra doenças e estresse
· tomate (1 porção = 3 rodelas ou 3 col de sopa)
· pimentão vermelho (1 porção = 3 rodelas ou 2 col de sopa)
· beterraba ( 1 porção = 4 rodelas ou 3 col de sopa)
· morango ( 1 porção = 4 morangos )
· Melancia ( 1 porção = 1 fatia média)
Amarelos e Laranjas: A cor amarelada é conseqüência do betacaroteno, também conhecido como pró-vitamina A, que atua como antioxidante contra radicais livres e na manutenção dos tecidos e dos cabelos, beneficia a visão noturna e melhora a imunidade. Estes alimentos também são ricos em vitamina C, que atua como antioxidante e participa da síntese de colágeno da pele.
· abóbora moranga (1 porção = 4 col de sopa)
· cenoura ( 1 porção = 4 col de sopa)
· baroa ou cenoura amarela ( 1 porção = 4 col de sopa)
· pimentão amarelo ( 1 porção = 3 rodelas ou 3 col de sopa)
· milho (1 porção = 3 col de sopa)
· laranja ( 1 prção = ½ unidade)
· mamão (1 porção = 1 fatia média ou ½ mamão papaia)
· damasco ( 1 porção = 3 unidades)
· manga ( 1 porção = 2 fatias finas)
· abacaxi ( 1 porção = 2 fatias médias)
Brancos: A cor branca é resultante da flavina, que indica alimentos ricos em minerais, como cálcio e fósforo que ajudam na manutenção dos ossos e dentes, carboidratos e vitamina B6, que favorece a respiração das células e ajuda no metabolismo das proteínas.
· couve-flor ( 1 porção = 4 flores ou 3 col de sopa)
· cebola ( 1 porção = 1 col de sopa)
· palmito( 1 porção = 4 unidades ou 3 col de sopa)
· cogumelo ( 1 porção = 2 col de sopa)
· rabanete ( 1 porção = 1 unidade pequena ou 3 col de sopa)
· nabo ( 1 porção = ½ unidade ou 3 col de sopa)
· chuchu ( 1 porção = ½ unidade média ou 4 col de sopa)
· gergelim ( 1 porção = 1 col de sopa)
· maçã ( 1 porção = 1/2 maçã)
· banana ( 1 porção = 1 banana)
· ovo (1 porção = 1 unidade)
Roxo: Alimentos nas tonalidades roxa, preta ou azulada contêm antocianina, um tipo de pigmento ligado à presença da vitamina B1. Conhecida como a vitamina da disposição, a B1 é essencial para a transformação dos carboidratos e outros nutrientes que ingerimos em energia. Entre seus benefícios está o aumenta da disposição mental e a manutenção do funcionamento normal do sistema nervoso, dos músculos e do coração.
· Berinjela ( 1 porção = ½ unidade pequena ou 4 col de sopa)
· alcaxofra ( 1 porção = 1 unidade)
· repolho roxo ( 1 porção = 3 col de sopa)
· cebola roxa ( 1 porção = 1 col de sopa)
· uva ( 1 porção = 10 unidades pequenas)
Marrom: Os cereais integrais e as sementes oleaginosas são os grandes representantes deste grupo. Os cereais, por causa da grande quantidade de fibras que possuem, regulam o funcionamento do intestino, além de ajudar a controlar o colesterol e a diabetes. Já as oleaginosas são excelentes fontes do mineral selênio e de vitamina E, ambos com funções antioxidante, vasodilatador, anticoagulante e contra a fadiga
· grão de bico ( 1 porção = 3 col de sopa)
· lentilha ( 1 porção = 3 col de sopa)
· soja ( 1 porção = 3 col de sopa)
· castanhas ( 1 porção = 3 unidades)
· nozes ( 1 porção = 3 unidades)
· avelã (1 porção = 3 unidades)
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Alimentação como aliada para o sucesso no vestibular
Início de Novembro e após um ano inteiro de muito estudo e muitas horas dispensadas aos livros e exercícios, milhares de vestibulandos encaram a reta final antes das tão esperadas e temidas provas. Saiba como a Nutrição pode ajudá-lo a enfrentar com sucesso essa etapa tão importante em nossas vidas, tanto na fase de preparação pré-prova, quanto na véspera e no dia da prova.
Preparação Pré-Prova
Com tantas aulas, atividades extras, livros, exercícios; muitos vestibulandos esquecem de dar atenção especial a sua alimentação. Muitos adolescentes acabam pulando refeições, principalmente o café da manhã, substituindo as refeições principais por lanches rápidos, muitas vezes com elevado teor degorduras. Sabemos que uma alimentação desequilibrada pode deixar o indivíduo cansado, irritado, sonolento, além de prejudicar a concentração e a memória. Dicas simples podem otimizar as horas dedicadas ao estudo, proporcionando aproveitamento integral do conteúdo estudado:
- Realize 6 refeições ao dia, distribuídos em café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia, com intervalos de 3 em 3 horas. Isso possibilita maior variedade na ingestão de alimentos e mantém os níveis de glicemia em constante equilíbrio, evitando desânimo e raciocínio lento.
- Beba as quantidades recomendadas de líquidos, água, sucos naturais, água de côco, cerca de 2 a 2,5 litros. Manter o organismo hidratado é fundamental para seu adequado funcionamento, incluindo o raciocínio.
- Utilize alimentos que favoreçam a memória, o funcionamento e manutenção dos neurônios, ricos em fisetina, colina, ômega 3 e vitaminas do complexo B:
- Fisetina: maçã, morango, kiwi, uva, tomate, entre outros. A fisetina estimula mecanismos do cérebro que melhoram a memória de longo prazo e induzem a diferenciação ou amadurecimento de células do sistema nervoso.
- Colina: gema de ovo, lecitina de soja, fígado bovino. Estudos demonstram relação da Colina com a memória. Lembrando que ovos devem ser consumidos até 3 vezes por semana.
- Ômega 3: peixes de água fria e linhaça. O Ômega 3 é um nutriente essencial para o funcionamento adequado da bainha de mielina, uma estrutura presente nos neurônios que tem a função de proteger a integridade dessas células nervosas e participar do processo de envio de mensagens através dos neurotransmissores. Lembre-se que a Sardinha é uma excelente e acessível fonte de omega 3.
- Vitaminas Complexo B: cereais integrais, carnes e vegetais. As vitaminas do complexo B trabalham em conjunto para promover o sistema imune e o cérebro saudável por proteger tecidos nervosos contra a oxidação, aumento da memória e por isolar as células nervosas.
- Evite alimentos estimulantes em excesso como: energéticos, refrigerantes a base de cola, café, guaraná em pó e álcool. Ansiedade demais prejudica a concentração e a memória.
- Os mais ansiosos devem utilizar alimentos e bebidas calmantes como alface, maracujá (principalmente maracujá doce), camomila e erva doce.
Véspera da Prova
No dia anterior a prova, nada de experimentar alimentos que não está habituado, para evitar possíveis reações de intolerância. Faça uma alimentação leve, composta por carboidratos, proteínas, verduras e frutas: Arroz, feijão, bife ou filé de frango grelhado, salada e legumes refogados. Escolha sucos de frutas naturais e sobremesas a base de frutas. No café da manhã e lanches, escolha pão integral, queijo branco, iogurtes com mel, saladas de frutas.
Na hora da Prova
Se a prova for de manhã, realize o café da manhã , pelo menos 1 hora antes. Se a prova for a tarde, realize um almoço leve como exemplificado anteriormente, com pelo menos 2 horas de antecedência.
As provas tem duração aproximada de 4 horas, seu cérebro precisará de energia nesse período. Escolha uma opção de kit prova para reabastecê-lo:
- 1 Maçã + suco de fruta natural
- 1 tablete de 25 g de chocolate com teor de cacau maior 60% + água mineral
- 1 barrinha de cereal + água de côco
- biscoito salgado (embalagem individual) + suco de fruta natural
Pronto, agora seu cérebro estará a todo vapor para conseguir sua tão sonhada vaga na universidade, primeiro passo para sua realização profissional e pessoal. Boa sorte!
Fonte: ANutricionista.Com - Daniella Cristina Fernandes da Silva - CRN3 14632 - Nutricionista em Ribeirão Preto.
Referências Bibliográficas:
*Public Library of Science One (PLoS ONE), de 8 de setembro de 2010
*Mahler P, Guastavino JM, Jacquart G, Strazielle C.An unexpected role of the cerebellum: involvement in nutritional organization. Physiol Behav 1993;54(6):1063-7.
*Kopf SR, Buchholzer M, Hilgert M, Loffelholz K, Klein J. Glucose plus choline improve passive avoidance behavior and increase hippocampal acetylcholine release in mice. Neuroscience 2001;103(2):365-71.
*Mahler P, Guastavino JM, Jacquart G, Strazielle C.An unexpected role of the cerebellum: involvement in nutritional organization. Physiol Behav 1993;54(6):1063-7.
*Kopf SR, Buchholzer M, Hilgert M, Loffelholz K, Klein J. Glucose plus choline improve passive avoidance behavior and increase hippocampal acetylcholine release in mice. Neuroscience 2001;103(2):365-71.
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